Um insistente cheiro de alcova paira sobre este hebdomadário virtual. As tiriricas crescem por entre os vãos dos posts e não há muito que eu consiga fazer quanto a isso neste momento. Então, como diria Luana Piovani a Dado Dolabela: "O melhor a fazer, meu bem, é dar um tempo" - apesar da referência, prometo não estapear o ilustre leitor.
Digo apenas que volto em poucas semanas com novidades impressionantes. Enquanto isso, deixo uma frase de alto impacto para o leitor pensar enquanto contempla o infinito durante o próximo churrasco na laje do seu primo:
"Suprimamos as tarifas, e assim será declarada a aliança dos povos, reconhecida a sua solidariedade e proclamada a sua igualdade. Aquele que botar as mão sobre mim, para me governar, é um usurpador, um tirano. Eu o declaro meu inimigo"
Andrezinho do Molejo.
Viva Tom Zé, 90!
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Para comemorar o aniversário do gênio de Irará e habitante mais famoso do
bairro paulistano de Perdizes, o perfil que escrevi para a Morel #4 (edição
esgot...
Há 4 semanas